Tuesday, November 29, 2005
Thursday, November 24, 2005
Ouvidos
- Semana musicalmente produtiva. Achei os dois discos do Rilo Kiley que eu havia perdido. E pude relembrar como Billy Corgan é genial e o disco Mellon Collie and the Infinite Sadness é perfeito.
- Eu nunca curti o grunge. Gostava de Alice in Chains, acho o disco Ten do Pearl Jam antológico, mas não era minha praia. No entanto, agradeço todos os dias aos jovens de Seattle pelo movimento surgido nos guetos da cidade. Foi por ele que o rock renasceu sem os posers do hard rock da década de oitenta, e o melhor de tudo: forçou a Inglaterra a reagir. E dessa reação veio ao mundo o Britpop. Salve!
- Assistam a série de DVD's sobre a obra de Chico Buarque, produzida pela DirecTV. Bem cuidada, repertório impecável, e um Chico acessível, bem humorado e cheio de boas histórias pra contar. De brinde tem ele, Gal e Djavan cantando Nuvem Negra.
- Eu sempre que posso, deixo isso bem claro: a coisa mais linda que alguém poderia ter escrito na língua portuguesa, é de um cara que jamais pisou numa escola. Cartola: "Tire o seu sorriso do caminho, que eu quero passar com a minha dor". Quer mais?
- O melhor disco do ano até agora? Eu fico com Roberta Sá cá, e Kaiser Chiefs lá.
- Show do Wry em Recife. 16 de dezembro. Lançamento da Coquetel Molotov Magazine. Topa?
- Falta só um dia =P
- "... a girar, que maravilha..."
Extra! Extra! Carlos Andreazza, cara da pena afiada lá das bandas dos Tribuneiros, avisa que o verso acima citado, como o mais belo da língua portuguesa, não é de Cartola. O dono de tal proesa é Guilherme de Brito, parceiro de Nelson Cavaquinho na canção. E Guilherme, ao contrário de Cartola, pisou na escola sim.
E agora? Escutem O Mundo é um Moinho. Agora sim Cartola, dedicando versos magistrais a sua filha, que decidiu se prostituir aos míseros 16 anos.
Ah, e como achei confuso o que escrevi, explico também: o Britpop não nasceu depois, nem por causa do grunge. Na verdade os traços do movimento já vinham sendo desenhados com o Primal Scream, o Pulp e o Stone Roses. Na verdade foi esse o som que a Inglaterra forjou depois de ser invadida pelo grunge. Mas não somente por causa dele.
Tá dito =P
- Eu nunca curti o grunge. Gostava de Alice in Chains, acho o disco Ten do Pearl Jam antológico, mas não era minha praia. No entanto, agradeço todos os dias aos jovens de Seattle pelo movimento surgido nos guetos da cidade. Foi por ele que o rock renasceu sem os posers do hard rock da década de oitenta, e o melhor de tudo: forçou a Inglaterra a reagir. E dessa reação veio ao mundo o Britpop. Salve!
- Assistam a série de DVD's sobre a obra de Chico Buarque, produzida pela DirecTV. Bem cuidada, repertório impecável, e um Chico acessível, bem humorado e cheio de boas histórias pra contar. De brinde tem ele, Gal e Djavan cantando Nuvem Negra.
- Eu sempre que posso, deixo isso bem claro: a coisa mais linda que alguém poderia ter escrito na língua portuguesa, é de um cara que jamais pisou numa escola. Cartola: "Tire o seu sorriso do caminho, que eu quero passar com a minha dor". Quer mais?
- O melhor disco do ano até agora? Eu fico com Roberta Sá cá, e Kaiser Chiefs lá.
- Show do Wry em Recife. 16 de dezembro. Lançamento da Coquetel Molotov Magazine. Topa?
- Falta só um dia =P
- "... a girar, que maravilha..."
Extra! Extra! Carlos Andreazza, cara da pena afiada lá das bandas dos Tribuneiros, avisa que o verso acima citado, como o mais belo da língua portuguesa, não é de Cartola. O dono de tal proesa é Guilherme de Brito, parceiro de Nelson Cavaquinho na canção. E Guilherme, ao contrário de Cartola, pisou na escola sim.
E agora? Escutem O Mundo é um Moinho. Agora sim Cartola, dedicando versos magistrais a sua filha, que decidiu se prostituir aos míseros 16 anos.
Ah, e como achei confuso o que escrevi, explico também: o Britpop não nasceu depois, nem por causa do grunge. Na verdade os traços do movimento já vinham sendo desenhados com o Primal Scream, o Pulp e o Stone Roses. Na verdade foi esse o som que a Inglaterra forjou depois de ser invadida pelo grunge. Mas não somente por causa dele.
Tá dito =P
Wednesday, November 23, 2005
Gel
Eu divido apartamento com um cara que guarda todas as cartas e fotos e lembranças de todas as suas ex-namoradas, numa caixa grande de Absorvente Higiênico Intimus Gel.
Sunday, November 20, 2005
Queen
- Pronto, resumindo, é mais ou menos como escreveu Ivan Lessa, no seu último livro, lançado essa semana, O Luar e a Rainha:
“Eu, que já amei estar no meio da multidão, gente suada, pulando e gritando, hoje vejo mais de seis pessoas no mesmo lado da calçada e sinto falta de ar e palpitação”.
- Cidade Baixa é um dos melhores filmes nacionais que vi no últimos anos. Não tem nada a ver com Cidade de Deus, mas curti tanto quanto. Nelsonrodriguiano, sensual, suado, trêmulo, cru, o cais e o povo do cais sem discurso panfletário.
Desde Madame Satã eu não me empolgava tanto com a atuação de Lázaro Ramos. Wagner Moura como sempre, dispensa comentários. Vai ser bom assim na caixa bozó! Já Alice Braga, meu amigo... É a fênix da tia Sônia. Matador.
- Marcas da Violência já pode fazer parte, como apêndice, da "trilogia american dream" - Felicidade, Beleza Americana e Magnólia. Filmão. Bem dirigido, roteiro amarrado, salvo uma ou outra previsibilidade. É a saturação e os clichês que sufocam e alimentam ao mesmo tempo a sociedade americana, postas na tela, e com a maestria de Cronenberg.
- Esperei mais de Old Boy. Bom, na verdade eu queria mais sangue, é isso. Mas tá valendo.
- Ahhhhhh! Achei dois discos do Rilo Kiley que eu pensei ter perdido, ufa! Escutem isso jovens: RILO KILEY.
- Por que ninguém faz festa Anos 80 tocando Smiths, Jesus and Mary Chain, Joy Division, Hasker Dü, Suede, Bauhaus, New Order, Depeche Mode?
- Pilarmicina Fazitol. Esse é o nome do composto recomendado pelo meu médico.
“Eu, que já amei estar no meio da multidão, gente suada, pulando e gritando, hoje vejo mais de seis pessoas no mesmo lado da calçada e sinto falta de ar e palpitação”.
- Cidade Baixa é um dos melhores filmes nacionais que vi no últimos anos. Não tem nada a ver com Cidade de Deus, mas curti tanto quanto. Nelsonrodriguiano, sensual, suado, trêmulo, cru, o cais e o povo do cais sem discurso panfletário.
Desde Madame Satã eu não me empolgava tanto com a atuação de Lázaro Ramos. Wagner Moura como sempre, dispensa comentários. Vai ser bom assim na caixa bozó! Já Alice Braga, meu amigo... É a fênix da tia Sônia. Matador.
- Marcas da Violência já pode fazer parte, como apêndice, da "trilogia american dream" - Felicidade, Beleza Americana e Magnólia. Filmão. Bem dirigido, roteiro amarrado, salvo uma ou outra previsibilidade. É a saturação e os clichês que sufocam e alimentam ao mesmo tempo a sociedade americana, postas na tela, e com a maestria de Cronenberg.
- Esperei mais de Old Boy. Bom, na verdade eu queria mais sangue, é isso. Mas tá valendo.
- Ahhhhhh! Achei dois discos do Rilo Kiley que eu pensei ter perdido, ufa! Escutem isso jovens: RILO KILEY.
- Por que ninguém faz festa Anos 80 tocando Smiths, Jesus and Mary Chain, Joy Division, Hasker Dü, Suede, Bauhaus, New Order, Depeche Mode?
- Pilarmicina Fazitol. Esse é o nome do composto recomendado pelo meu médico.
Friday, November 18, 2005
Malade
- Convalescendo de uma crise braba de sinusite, temperada com uma virose de lascar. Remédios recomendados: Jack Johnson, Brendan Benson, Badly Drawn Boy e Jeff Buckley, os meninos prodígios do indie rock.
- Vou perder o que seria meu décimo show do Eddie. Infelizmente pode me chamar, que eu não vou.
- De Marilena Chauí na Caros Amigos: "A crise, sobretudo como ela é apresentada, não existe! Ela foi criada num momento que alguns julgaram interessante inventá-la. Um produto midiático."
E o cu Chauí, vai bem?
- "Se você pensa que eu estou derrotado, saiba que ainda estou jogando os dados."
- Vou perder o que seria meu décimo show do Eddie. Infelizmente pode me chamar, que eu não vou.
- De Marilena Chauí na Caros Amigos: "A crise, sobretudo como ela é apresentada, não existe! Ela foi criada num momento que alguns julgaram interessante inventá-la. Um produto midiático."
E o cu Chauí, vai bem?
- "Se você pensa que eu estou derrotado, saiba que ainda estou jogando os dados."
Tuesday, November 15, 2005
Amenidades
- Minha gente, o que diabos é aquele novo penteado da Míriam Leitão, hein? Putz, se a Honda descobre aquilo, garante um novo modelo de capacete rapidinho.
- Música pra lavar copos: Car Crash, The Thrills.
- Sabe quando você acha que poderia confiar muito numa determinada pessoa, e de repente saca que o tempo todo a alma sebosa estava colhendo confiança o bastante pra simplesmente "vestir sua roupa"? Isso. Criar um clima de competição tão bem armado que o que quer que eu faça vai te deixar com a imagem de cretino? O melhor de tudo é que até agora eu só consegui rir disso.
- Eu nunca consegui fazer isso aqui.
- Livro muito bom: Como ser legal, Nick Hornby.
- Filme muito bom: Neste Mundo, Paquistão.
- Sim. Eu trabalhei em pleno feriado.
- O novo disco da Nação Zumbi tá ducarai. Não é nada revolucionário como chega a dizer o release preparado pela própria banda (!), mas é bom sim. Não tem o peso do anterior, está mais experimental, com elementos cada vez mais fortes de dub e surf music. Toca em qualquer lounge do mundo, com louvor.
- A cidade, as pessoas, os lugares, os papos, as mesmas notícas, os mesmos museus de grandes novidades que me cercam me entediam deverasmente. Há exceções, claro. Raríssimas. Sim, Cazuza, eu também queria ter uma bomba.
- Não confundam personalidade com mau humor gratuito. Não faço concessões. Me sinto bem assim. Sempre. Comigo mesmo. Acima de tudo.
- Hum... não sei se eu conto...
- Um cara legal que eu conheci dia desses disse que quando voltar da Europa, já traz na bolsa o título do meu livro, que ele ficou de escolher =P
- Audiografia. Esse é meu próximo passo.
- A minha opinião sobre o Irã, é a mesma do presidente iraniano sobre Israel. Maaaass... Como Israel tem muita classe, não vai se igualar aos porcos.
- Música pra lavar copos: Car Crash, The Thrills.
- Sabe quando você acha que poderia confiar muito numa determinada pessoa, e de repente saca que o tempo todo a alma sebosa estava colhendo confiança o bastante pra simplesmente "vestir sua roupa"? Isso. Criar um clima de competição tão bem armado que o que quer que eu faça vai te deixar com a imagem de cretino? O melhor de tudo é que até agora eu só consegui rir disso.
- Eu nunca consegui fazer isso aqui.
- Livro muito bom: Como ser legal, Nick Hornby.
- Filme muito bom: Neste Mundo, Paquistão.
- Sim. Eu trabalhei em pleno feriado.
- O novo disco da Nação Zumbi tá ducarai. Não é nada revolucionário como chega a dizer o release preparado pela própria banda (!), mas é bom sim. Não tem o peso do anterior, está mais experimental, com elementos cada vez mais fortes de dub e surf music. Toca em qualquer lounge do mundo, com louvor.
- A cidade, as pessoas, os lugares, os papos, as mesmas notícas, os mesmos museus de grandes novidades que me cercam me entediam deverasmente. Há exceções, claro. Raríssimas. Sim, Cazuza, eu também queria ter uma bomba.
- Não confundam personalidade com mau humor gratuito. Não faço concessões. Me sinto bem assim. Sempre. Comigo mesmo. Acima de tudo.
- Hum... não sei se eu conto...
- Um cara legal que eu conheci dia desses disse que quando voltar da Europa, já traz na bolsa o título do meu livro, que ele ficou de escolher =P
- Audiografia. Esse é meu próximo passo.
- A minha opinião sobre o Irã, é a mesma do presidente iraniano sobre Israel. Maaaass... Como Israel tem muita classe, não vai se igualar aos porcos.
Friday, November 11, 2005
Apê

Só pros íntimos: festinha no apê hoje, pra comemorar um ano da partida do canalha-mor Yasser Arafat. Ao som de Kaled, buffet árabe com muita coalhada seca, tabule, quibe e esfirra.
A festa terá ainda um telão gigante, onde serão reprisados os últimos capítulos da novela O Clone.
Para as mulheres haverá distribuição de chador e burca. Os homens concorrerão a um curso de desvio aplicado de recursos humanitários internacionais, ministrado pela Autoridade Nacional Palestina.
Maktub!
Wednesday, November 09, 2005
Esquina
Ah, na boa: eu odeio gente "feliz pra sempre". Pouca coisa me dá mais nos nervos do que gente alegre sempre, e sempre amigo e sempre com uma mensagem de conforto e um ombro pra quando você precisar-estamos-aí-pro-que-der-e-vier, isso tudo assim do nada.
Não há nada que esconda mais covardia do que doses cavalares de bondade. Amizade e amor são coisas raríssimas, e não feito coca-cola, que você encontra e compra em qualquer esquina. Eu quero amar cada vez menos e com mais qualidade, aprimorando, tratando todos os dias as poucas coisas que amo.
Intimidade é algo muito maior que trocar fofocas, na maioria das vezes confudidas com segredos e confidências. Eu odeio gente que sabe exatamente tudo o que fazer com a minha vida, e assim salvar o mundo e não deixar escapar aquele conselho mais sensato na hora exata.
Alguém muito feliz ainda vai foder a sua vida.
Eu gosto de gente, e aprendi que nada melhor para aprender sobre o mundo, que os defeitos dos mais reles humanos. Maturidade demais me cheira a falsidade e depressão furtiva.
A vida é sempre muito simples: quando você aprende tudo e o suficiente pra viver bem, já está com o pé na cova. Por isso é um saco gente que se acha "o paciente com alta do psicanalista" e pronto pra trabalhar em equipe e dinamizar a vida.
Ah, e mudando de assunto, que merda o tal do Elisabethtown. Filme solto, roteiro frouxo, excesso de diálogos sem nenhum nexo, um péssimo ator, e música, música, música até encher o saco. Dessa vez o magistral Cameron Crowe errou feio na mão.
Cão de Briga serve pra algumas coisas: ver que Jet Li, sabe mais que desferir socos e pontapés, Morgan Freeman é o negro mais elegante que já vi na vida e a mistura de boa fotografia e ritmo de vinheta da MTV pode salvar um filme de pancadaria que se arvora dramático.
Falei demais hoje, né? Então baixe logo aí a trilha de Cão de Briga, do Massive Attack, ou corra nalgum sebo pra comprar qualquer disco de Marvin Gaye.
E quer saber? Clube da Esquina 2 é das coisas mais lindas e perfeitas do mundo.
Não há nada que esconda mais covardia do que doses cavalares de bondade. Amizade e amor são coisas raríssimas, e não feito coca-cola, que você encontra e compra em qualquer esquina. Eu quero amar cada vez menos e com mais qualidade, aprimorando, tratando todos os dias as poucas coisas que amo.
Intimidade é algo muito maior que trocar fofocas, na maioria das vezes confudidas com segredos e confidências. Eu odeio gente que sabe exatamente tudo o que fazer com a minha vida, e assim salvar o mundo e não deixar escapar aquele conselho mais sensato na hora exata.
Alguém muito feliz ainda vai foder a sua vida.
Eu gosto de gente, e aprendi que nada melhor para aprender sobre o mundo, que os defeitos dos mais reles humanos. Maturidade demais me cheira a falsidade e depressão furtiva.
A vida é sempre muito simples: quando você aprende tudo e o suficiente pra viver bem, já está com o pé na cova. Por isso é um saco gente que se acha "o paciente com alta do psicanalista" e pronto pra trabalhar em equipe e dinamizar a vida.
Ah, e mudando de assunto, que merda o tal do Elisabethtown. Filme solto, roteiro frouxo, excesso de diálogos sem nenhum nexo, um péssimo ator, e música, música, música até encher o saco. Dessa vez o magistral Cameron Crowe errou feio na mão.
Cão de Briga serve pra algumas coisas: ver que Jet Li, sabe mais que desferir socos e pontapés, Morgan Freeman é o negro mais elegante que já vi na vida e a mistura de boa fotografia e ritmo de vinheta da MTV pode salvar um filme de pancadaria que se arvora dramático.
Falei demais hoje, né? Então baixe logo aí a trilha de Cão de Briga, do Massive Attack, ou corra nalgum sebo pra comprar qualquer disco de Marvin Gaye.
E quer saber? Clube da Esquina 2 é das coisas mais lindas e perfeitas do mundo.
Monday, November 07, 2005
All Star
“Voltei Recife, foi a saudade que me trouxe pelo braço”. Menos verdade, rs. Dessa vez e como tantas outras, foi a música que me levou até o “...tempo do bob, lá do Pina de Copacabana”.
E lá fomos eu, o viking, e o casal Hobbit curtir o show de Nando Reis. Matador. Quem tivesse a ousadia de pedir bis arriscava levar um “salga”. Três horas sem tirar de dentro, hits, 5 mil pessoas e “estranho como já me sinto como um velho amigo seu”. Fuderoso.
Bom, rolou uma conversa massa sobre meu livro, espero que dê tudo certo. Melhor deixar quieto pra não azedar, mas acho que agora vai =P
Cena: Na saída de Recife tem um “Matadouro de Paulista”. Juro.
Conclusões: O novo disco do System of a Down é uma das coisas mais chatas que alguém pode ouvir na estrada.
Dave Mathews Band é chatíssimo. Música de “môfa”. Perfeitinho demais, parece que a banda está tocando pra uma banca de professores do mestrado de música do Conservatório Alemão Hans Vassfüder.
O cara tem voz de viúva de Eddie Vedder. O crioulo lá do violino é horrível, dá nos nervos (alguém amarre as mãos dele por favor!) tanto solo. Falta ruído, falta distorção, imperfeição, barulho. Eu os acho músicos excepcionais, mas não quero ter aulas num show.
A minha impressão (e só Pilar tem o direito de tentar me convencer do contrário, o que ela não fará, pois já está avisada que a conclusão é definitiva =P) é de banda fake-humanitária: "Olha, eu sou um sul-africano branco que toca funk, na banda tem um negro tocando violino, não é fantástico? Nós temos elementos de música de todo o mundo no noss trabalho, hein?". Saco.
Prefiro Eddie cantando: “Pode me chamar que eu vou, eu vou, quando me quiser eu vou. Olha, eu já to aí”.
Preciso ver: Cão de Briga e Elisabetown.
E lá fomos eu, o viking, e o casal Hobbit curtir o show de Nando Reis. Matador. Quem tivesse a ousadia de pedir bis arriscava levar um “salga”. Três horas sem tirar de dentro, hits, 5 mil pessoas e “estranho como já me sinto como um velho amigo seu”. Fuderoso.
Bom, rolou uma conversa massa sobre meu livro, espero que dê tudo certo. Melhor deixar quieto pra não azedar, mas acho que agora vai =P
Cena: Na saída de Recife tem um “Matadouro de Paulista”. Juro.
Conclusões: O novo disco do System of a Down é uma das coisas mais chatas que alguém pode ouvir na estrada.
Dave Mathews Band é chatíssimo. Música de “môfa”. Perfeitinho demais, parece que a banda está tocando pra uma banca de professores do mestrado de música do Conservatório Alemão Hans Vassfüder.
O cara tem voz de viúva de Eddie Vedder. O crioulo lá do violino é horrível, dá nos nervos (alguém amarre as mãos dele por favor!) tanto solo. Falta ruído, falta distorção, imperfeição, barulho. Eu os acho músicos excepcionais, mas não quero ter aulas num show.
A minha impressão (e só Pilar tem o direito de tentar me convencer do contrário, o que ela não fará, pois já está avisada que a conclusão é definitiva =P) é de banda fake-humanitária: "Olha, eu sou um sul-africano branco que toca funk, na banda tem um negro tocando violino, não é fantástico? Nós temos elementos de música de todo o mundo no noss trabalho, hein?". Saco.
Prefiro Eddie cantando: “Pode me chamar que eu vou, eu vou, quando me quiser eu vou. Olha, eu já to aí”.
Preciso ver: Cão de Briga e Elisabetown.
Friday, November 04, 2005
Lama e caos
Nada de importante esses dias. Ando entediado. A leitura desandou um pouco, preciso retomar o bom ritmo que consegui esse ano.
Procura-se uma coletânia de Marina Lima, com uma versão ao vivo de "Acontecimentos". Por favor, a quem eu emprestei: devolva. Lembro de Marina cantando isso no Vila do Mar. Foi um dos dias mais felizes e solitários da minha vida. Nhá.
Semana passa vi Crash - No Limite. Filme bom. Cenas fortes. Assunto polêmico. Don Chadler é massa. Vi Lavoura Arcaica. Pi diz que é "denso demais pro laquê dela". Concordo. Rezei uns dois terços árabes pro filme acabar.
Estou ouvindo tudo do Flaming Lips. Acho que me identifico com bandas lo-fi por minha péssima qualidade como músico, e um punhado de idéias loucas que nunca conto a ninguém.
Ah, eu sei que você vai me chamar de viadinho, mas cara, eu juro que essa semana eu chorei vendo o clipe de "Codinome Beija-flor" do disco MTV Barão Vermelho Ao Vivo. Foda, né? Preciso arrumar uma lavagem de roupa. Mas é que Cazuza é massa pow... =P
"Fui no mangue catar lixo, pegar caraguejo e conversar com urubu". Quando voltar eu dou as caras.
Procura-se uma coletânia de Marina Lima, com uma versão ao vivo de "Acontecimentos". Por favor, a quem eu emprestei: devolva. Lembro de Marina cantando isso no Vila do Mar. Foi um dos dias mais felizes e solitários da minha vida. Nhá.
Semana passa vi Crash - No Limite. Filme bom. Cenas fortes. Assunto polêmico. Don Chadler é massa. Vi Lavoura Arcaica. Pi diz que é "denso demais pro laquê dela". Concordo. Rezei uns dois terços árabes pro filme acabar.
Estou ouvindo tudo do Flaming Lips. Acho que me identifico com bandas lo-fi por minha péssima qualidade como músico, e um punhado de idéias loucas que nunca conto a ninguém.
Ah, eu sei que você vai me chamar de viadinho, mas cara, eu juro que essa semana eu chorei vendo o clipe de "Codinome Beija-flor" do disco MTV Barão Vermelho Ao Vivo. Foda, né? Preciso arrumar uma lavagem de roupa. Mas é que Cazuza é massa pow... =P
"Fui no mangue catar lixo, pegar caraguejo e conversar com urubu". Quando voltar eu dou as caras.

