Thursday, September 29, 2005

Lost in translation

Quando eu digo que Encontros e Desencontros, de Sofia Coppola, é um filme fantástico, quase sempre me recomendam economia no adjetivo.

Dou de ombros, e continuo cada vez mais apaixonado pelo filme, que graças a uma locadora que resolveu fazer liquidação do estoque de VHS, repousa agora sobre minha estante.

Qual o segredo da minha paixão? A delicadeza, honestidade e simplicidade do roteiro. É um filme pequeno, minimalista que não leva para a tela grandes histórias sobre feitos heróicos ou amores absurdos, pelo contrário.

Esse é pra mim, o maior encanto da película: a plausibilidade dos fatos. Quando a Academia deu-se a oportunidade de levar ao Oscar um filme sobre tédio, insônia e duas vidas completamente diferentes se cruzando por pura solidão? Lembre aí.

Eu sempre gostei de pensar que cinema é só mais um espelho da vida. Então, o que está mais próximo de mim? Uma manada de portugueses ensandecidos por ruelas para acompanhar um pedido de casamento, ou uma menina de vinte e poucos anos solitária, insone e cansada do casamento prematuro de dois anos?

Eu me apaixonei pela condução de Sofia Coppola, economizando nos diálogos, transformando um amontoado de concreto e neon em cupido, uma cidade que envolve duas pessoas lentamente.

É interessante demais ver a câmera deslizar lentamente pelo corpo de Scarlet Johansson na seqüência inicial, rir com o humor ácido e desiludido de Bill Murray, numa interpretação arrebatadora.

Encontros e Desencontros é uma das coisas que eu costumo chamar de “palhaço na corda bamba com um monte de gilete ao invés de rede lá embaixo”. E um filme tenso, porque a vida é tensa.

É esse o único clichê do filme: encontrar abrigo nos pequenos prazeres. O que não deixa der ser verdade. De um cigarro tragado com força por Charlotte, a admiração de Bob com os telões no centro de Tóquio.

Faz rir com cenas bizarras como Bob atordoado sem conseguir parar uma máquina de spining, para logo depois se tornar aconchegante, triste, silencioso. É um filme existencial, de perguntas que não precisam ser ditas pelos personagens. Estão todas no semblante de cada um, em suas atitudes, nos seus medos.

E o que dizer sobre a trilha sonora? O filme é tão auditivo quanto visual. O que você não conseguir captar nos diálogos, certamente vai encontrar nas músicas.

Tem a crueza de Death in Vegas com Girls, a melancolia de Sometimes do My Bloody Valentine, a psicodelia pop do Air, a balada gostosa do Phoenix com Too Young, o desfecho impecável ao som de Just Like Honey, do Jesus and Mary Chain.

Que final poderia ser tão surpreendente quanto um segredo dito no ouvido de Charlotte, por Bob, em meio a centenas de pessoas atravessando a rua e arrancando dela um sorriso lindo?

Se você acha que cinema é ilusão, e que cada um cria a sua, eu acho mágico a história que ela nos oferece com aquele sussurro. O que ele disse a ela?

Lindo pra mim é a rotina, o palpável, o que eu posso viver, ou vivi. Pra mim é doloroso e inútil identificar-se com um personagem que viveu por você algo que você sempre quis e nunca teve coragem, e achar que ele é a sua cara.

Lírico é o que acontece todo dia, seja em quartos de hotéis ou no meio das avenidas, com milhares de vidas e sentimentos que ninguém conhece.

Essa é a magia de Encontros e Desencontros: captar mais um sentimento perdido no meio do mundo, e mostrar como a vida da pessoa mais solitária, não deixa de ser poética.

Fantástico pra mim, é ver Scarlet Johansson cantando Bress in Pocket do Pretenders. O resto é bobagem.

Sunday, September 25, 2005

Domingo

Borges, para despistar o tédio:

"Hay una línea de Verlaine que no volveré a recordar.
Hay una calle próxima que está vedada a mis pasos,
hay un espejo que me ha visto por última vez,
hay una puerta que he cerrado hasta el fin del mundo.
Entre los libros de mi biblioteca (estoy viéndolos)
hay alguno que ya nunca abriré.
Este verano cumpliré cincuenta años;
La muerte me desgasta, incesante."

Ps.: domingo ao som de Maximo Park, Elefant e Phoenix.

Friday, September 23, 2005

Chico



"A Rita levou meu sorriso / no sorriso dela meu assunto / levou junto com ela o que é de direito / arrancou-me do peito e tem mais..."

- Troco um rim em bom estado, vermelhinho, zelado, com selo de garantia do Inmetro, por passagens e ingressos para ver o Strokes, o Weezer, o Wilco e o Kings of Convenience.

- Paulinho da Viola em Natal dia 13 de outubro. Eu vou.

- Estou relendo On The Road. Está muito mais gostoso agora, cada página é uma nova descoberta de coisas que passaram incólumes quando li pela primeira vez. Nem lembrava que ele fazia referência a Modigliani logo no início. Maravilha Alberto!

- Amanhã vou ver Água Negra, vulgo lama. Disseram que fede de tão ruim.

- Semana passada eu pensei seriamente em vender meu vídeo cassete seis cabeças Philips. Desisti quando cheguei a uma locadora e todo o acervo de VHS estava sendo vendido a míseros cinco reais, cada. Já tenho Lost in Translation, About a Boy, The Hours e vou comprar mais.

- Badly Drawwn Boy é uma das melhores coisas que a música poderia ter parido.

- Estou me preparando psicologicamente pra vencer o calhamaço de O Homem por Inteiro, de Wolfe, assim que acabar Kerouac.

- Eu sou dependente químico do composto Pillares Fazitus.

Thursday, September 22, 2005

Volta!



Volta pras catacumbas de João Alfredo!

Wednesday, September 21, 2005

Clipping

- Não foi nada, não foi nada... New Orleans começou bem a sua reconstrução.

- Eu acertei 18 das vinte perguntas. Mas é que eu leio muito sobre isso =P

- Putz, morreu o Van Helsing judeu.

- Numa seleção para concorrer ao Oscar, onde até A Dona da História entra... Ainda bem que avisaram antes, só assim durmo mais cedo no dia da entrega do Oscar.

- Um evento que premia Miriam Leitão como melhor comentarista de economia, deveria se chamar "Joguem Ovos". Ou Andrea Marinho, quem sabe... ela adora a Miriam.

Monday, September 19, 2005

Apocalipse Now

- A minha sorte do Orkut de hoje: Você é uma pessoa culta. Pfff!

- Como botar três personagens interessantíssimos, uma história comovente e uma situação inusitada a perder? Aprenda com o diretor de “A pessoa é para o que nasce”. Mesmo assim vá ver, as três ceguinhas de Campina Grande são fantásticas.

- Esse fim de semana eu viajei 600 km, produzindo imagens para um programa eleitoral, pelo sertão do estado. O horror, o horror!

- Quem puder e tiver como, leia o ensaio “A fera humana”, de Tom Wolfe. Dê esse presente ao seu cérebro.

- Obrigado Senhor! Nem tudo está perdido! Preta Gil disse que recusaria um convite para posar nua...



Deus é pai. Depois que o U2 virou carne de vaca (bem que poderia ter acabado após o disco Zooropa), Dublin presenteou aos ouvidos mais atentos com uma banda de primeira linha: The Thrills.

O som dos caras não tem nada de novo, mas faz um revival de anos 80 misturado com Grandaddy, Byrds e Beatles, ajudado por um banjo delicioso. Vá com fome aos dois discos do grupo: So Much for the City e Let`s Bottle Bohemia.

Thursday, September 15, 2005

Bah

- Pra quem gosta de riscos, este site é perfeito. Nele você encontra anúncios de mulheres que estão presas em cadeias americanas, e procuram amizade, sexo ou grana. Alguns casamentos já aconteceram nessa história.

- Gostei da nova Playboy. Em se tratando de xoxotas, até a americana tem tido menos pudor, mas o ensaio ficou legal sim. Se bem que depois que eu comecei a trabalhar ao lado de um diretor de arte... Não há peito durinho assim que não me faça lembrar do Photoshop.

- Meu amigo, pense num nó o que está na minha cabeça! Maluf preso, Bob Jefferson cassado, o PT na lama, o neto de ACM estrela do congresso...

- Se aparência fosse fato... Eu tava fudido. Divido apartamento com um gaúcho loiro, alto, de olhos azuis e que tem dois discos do Brian Adams.

Tuesday, September 13, 2005

Chauí

Mais uma pérola da Marilena "falta de pomba" Chauí: "O PT é odiado porque foi o principal construtor da democracia nesse país"

Que o digam Eduardo Suplicy (quando quis disputar com Lula a indicação para ser candidato do partido à presidência), Luiziane Lins (quando o próprio PT apoiou outro candidato a prefeito em Fortaleza e boicotou sua candidatura), Vladimir Palmeira (quando teve a candidatura vetada a governador do Rio).

Democracia é? Sei...

Ps.: Alguém aí sabe onde encontro uma flor de rebuceteio, que eu possa enviar com carinho ao "senhor" Chauí? Porque aquilo deve fugir de pica como o Zé Dirceu do Bob Jefferson...

Monday, September 12, 2005

Pé na tábua



- Segunda-feira é um scarpin pisando no seu saco. Mas vamos em frente. Ao som de MQN, Cold Queen até furar o disco.

- Vejam Simplesmente Martha. De tão sensível você se surpreende quando saca que é alemã a produção. Fotografia bem cuidada, roteiro fechadinho, história de cotidianos surpreendentes e sabores idem.

Ps.: Alguém aí tem a música Jardim da Alma, de Arto Lindsay, que possa me emprestar?

Ps2.: Eu prometi a ela que até num show do Dave Mathews eu iria se ela quisesse. Tem pra onde não. É ELA!

Sunday, September 11, 2005

Hermanos

Alguém viu Rodrigo Amarante do Los Hermanos, no Ensaio da TV Cultura, dizendo que se esbaldava ao som de Mastruz com Leite e que adora isso? Ou eu estava sonhando? Vamos, alguém se pronuncie!

Saturday, September 10, 2005

Fim

Aproveitem enquanto o fim do mundo passa férias em New Orleans. Ele já enviou estagiários seus ao Brasil. Maluf que o diga.

Friday, September 09, 2005

Chave

- Hoje quando vinha pro trabalho, li num bus-door: Motel Akonxego (sic), pernoite gigante das seis da tarde às dez da manhã com VIDEOKÊ grátis.

Pra mim isso é um eufemismo de: “Intensivão de boquete, saia daqui chupando até microfone”.

- Da série “Isso é uma notícia ou uma ameaça?”: Luana Piovani passou a comentar a crise política no Brasil, no blog dela.

- Vi A Chave Mestra. Ensaiei um micro-susto aos 45 do segundo tempo. Alarme falso. No ápice do suspense eu comecei a rir. Aí começaram a subir as letrinhas. Horrível.

Mas a trilha sonora é show de bola, tem uns bluesão antigos, umas ambiências que lembram Portishead...

- Por falar em Portishead, a Tatit disse que ta na trilha da novela das sete na Globo. Eu to chocado.

- Voltei a ler Bukowsky. E quero ser igual a ele quando ficar velho.

Thursday, September 08, 2005

Britpop

Há quem acredite que 1994 não acabou. Ao contrário de 1968, as barricadas daquele ano foram formadas por discos históricos, guitarras envenenadas e um cano fumegante.

Os ecos de 1994 são ouvidos até hoje, dos canais de Olinda, com Da Lama ao Caos (CSNZ) e Samba Esquema Noise (Mundo Livre S/A), passando pelo lo-fi do Crooked and Rain (Pavement), o Blue Album (Weezer) até desaguar na tragédia do suicídio de Kurt Cobain, o mestre de cerimônias do grunge de Seattle.

A pergunta é: onde estava a Inglaterra nessa história? Depois de invadida pela produção norte-americana numa espécie de inversão do que ocorrera anos antes com os Beatles na América, a Inglaterra só se manifestou para valer no ano seguinte. Mas a revanche fez história. Não apenas pelas bandas que fervilhavam nos pubs londrinos, mas também pelo temperamento explosivo de alguns de seus protagonistas.

A ressurreição do rock inglês começou ainda no início dos anos 90, com o Stone Roses, e ganhou nome quando a revista Select, em 1993, dedicou uma capa a Bret Anderson, do Suede, com um recado curto e grosso: “Yankees, go home!” Àquela altura, grupos como Pulp, Denim e The Auters já começavam a dominar as rádios, substituindo a barulheira americana que reinava até então.

Mas foi em 1995 que o Britpop, agora batizado e muito bem resolvido, alcançou seu auge. Nomes como Blur, Oasis, Elastica e Supergrass puseram novamente a ilha da rainha no mapa do pop e mostraram que os ingleses estavam muito bem servidos, sim senhor.

O Oasis colheu os bons frutos após o estardalhaço do disco Definitely Maybe e seu single Some Might Say e lançou uma revolução com o What's the Story Morning Glory, que saiu do forno em outubro daquele ano. É dessa época o hit que todo mundo sabe ao menos assobiar do início ao fim: Wonderwall.

Em 1995, o Blur havia acabado de vender 2 milhões de cópias, apenas no Reino Unido, do seu aclamado Parklife e lançou o The Great Escape em setembro do mesmo ano.

Paralelamente a isso, o Elastica teve o maior número de vendas de um cd na primeira semana após seu lançamento, evento único na história das bandas indies.

A famosa foto ator inglês Hugh Grant na delegacia, após ter sido flagrado com uma prostituta de Los Angeles praticando sexo em local público, foi parar na capa do disco do Supergrass, ainda em 1995. Entretanto, o ator impediu juridicamente o lançamento do disco e os fãs da banda tiveram que esperar mais um pouco.

Já o Teenage Fanclub, que chegou a excursionar com o Nirvana, lançou uma seqüência de hits inesquecíveis com o disco Grand Prix. Estão lá: Sparky’s Dream, Don’t Look Back, About You e Neil Jung.

Bandas indies saíram das garagens e dos pubs modorrentos, conquistaram as paradas e reformaram o top da BBC, que promoveu mudanças drásticas no quadro de Djs. Não havia volta, o Britpop se propagava.

Mas não foram apenas os sucessos e os estádios lotados com os shows que ganharam as manchetes dos veículos especializados e genéricos.

Até então, nunca havia sido visto duas bandas de grande porte lançarem singles na mesma data. Do ponto de vista mercadológico, era uma jogada de altíssimo risco ou, no mínimo, uma declaração aberta de guerra. Isso aconteceu em 14 de agosto de 1995, numa segunda-feira. Oasis e Blur puseram dois singles nas lojas. De um lado, o Roll With It, dos irmãos Gallagher, do outro, o Country House liderado por Damon Alban. Não foi à toa que todos os jornais, TVs e rádios ingleses fizeram questão de cobrir o acontecimento.

As lojas de discos transformaram-se em trincheiras e a mídia em arma, muito bem usada pelos dois lados em ataques impublicáveis. Publicidade pura, que rendeu bons lances. O saldo dessa guerra foi de 56 mil singles vendidos a mais pelo Blur. E, pasmem: a mãe dos Gallagher na capa do The Sun, dizendo que a música do Blur era alegre e dava até para acompanhar com o pé! Bizarro.

A banda venceu uma batalha difícil, mas perdeu a guerra para os irmãos de Manchester. O segredo estava nas guitarras mais simples, menos cult, mais cruas do Oasis. Era rock’n roll com doses cavalares de empatia do público.

O Blur conseguiu ali seu primeiro lugar nas paradas inglesas e pelo mundo afora, mas a força da banda não conseguiu se sustentar mais do que dois meses, quando o Oasis, transformado numa mega-banda produzida sem precedentes pela indústria fonográfica, lançou o disco What's the Story Morning Glory.

E enquanto o Britpop chocava seus ovos de ouro, o Radiohead, com o disco The Bends, caía na estrada norte-americana, numa turnê de sucesso, começando assim mais uma invasão dos ingleses na América. Mas essa é outra história...

Ps.: Este texto é pra Tatit, que me ensinou, mostrou, viveu comigo tudo de bom do Brtipop. E é pra Betinho também, o cara com quem eu vi o Teenage Fanclub, ao vivo.

Tuesday, September 06, 2005

Soh

Acho que ontem consegui compreender o que é encarnar um personagem. Fui ver A Ilha. O filme fala de um casal de clones que passa duas horas tentando fugir de um imenso laboratório de experimentos científicos.

Eu passei duas horas sentindo a mesma vontade de fugir desesperadamente do cinema.

De uma patricinha ao meu lado, ao terminar de ver Sin City no cinema: "Poooooodre, filme ruim ninguém merece... péssimodetudo.com.br!"

- Wally Salomão pra aliviar a semana: "Quem fala que sou esquisito hermético/ É porque não dou sopa estou sempre elétrico/ Nada que se aproxima nada me é estranho (...)/ Quando quero saber o que ocorre à minha volta/ Ligo a tomada abro a janela escancaro a porta/ Experimento tudo nunca me iludo"

Sunday, September 04, 2005

Como Jack

Por partes:

- Hotel Ruanda é um ótimo filme, ao lado de A Queda é o melhor filme histórico que pude ver esse ano.

- Quando você estiver mal e levantar sua mão pedindo ajuda, não se preocupe, haverá sempre alguém para pisá-la.

- Um presidente da Câmara que se vende por uma propina de dez mil reais, vinda de um dono de restaurante, equivale a uma dessas putas que fazem ponto aqui no Canto do Mangue e dão o cu por dois reais.

- Hipocrisia me dá no saco.

- Vocês lembram daqueles touros playmobil? Penélope Nova sem tirar nem pôr.

- Acabei de mandar um e-mail pra Rede Globo, pedindo que Jatobá morra no fim da novela.

- "...correr com lágrimas nos olhos, não é, definitivamente, pra qualquer um, pois o riso corre fácil quando a grana corre solta..." Lobão.

- De Paulo Coelho hoje n'O Globo: "Se conseguirmos deter este fluxo inútil de reflexões que não nos conduzem a lugar nenhum, tudo passa a ser possível." Obrigado Senhor! Agora tudo faz sentido! Eu vi a luz!

- Ouvi dizer que o significado dos sonhos é o inverso do que você sonhou. Essa semana Míriam Leitão povoou meu sono três dias seguidos. Vem Megasena por aí.

- Ponha isto na sua vitrola antes que o mundo acabe: Kings of Leon.

Friday, September 02, 2005

Chique-chique



- Fala sério, o Brasil é a cara do Severino.

- Depois de Thiago Lacerda posicionando-se acerca da crise política no país, só um filme de Adriane Galisteu pra garantir o futuro do Brasil.

- Katrina é o nome do furacão, a secretária do Marcos Valério é oooutra pessoa...

- Na boa, a tal da “Créo” Pires é comestível mas nada que faça meu pau bater palmas.

- Bem... Antes dez iraquianos xiitas que um bom negro jazzista de New Orleans.

- O mundo já mostrou que não precisa dos humanos pra se acabar.

- Imagine o The Mamas And The Papas encontrando o Flaming Lips e o Dinossaur JR. Pensou? Escute novíssimo grupo americano The Magic Numbers.

- Preciso ver: Hotel Ruanda, Gaijin, A Ilha, Deu Zebra e com muita boa vontade pra rir o tal de A Chave Mestra.

- Bom fim de semana.